Essência - Uma História de Punk Blues

Março 2020 - Número de Páginas: 84

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1.Descrição do Livro

Sinopse:

A imutabilidade do ser, quando mal interpretada, remete-nos para um conservadorismo exacerbado. A essência, nada mais é do que a conservação necessária dos ideais de um Homem e um Homem só será Homem após conhecer a sua essência. O Blues é o inicio da cultura Punk, pois a tristeza e o desânimo perante a essência do “mundo” levamnos a querer alterar o que nos parece errado. Na procura por um mundo justo, talvez utópico, a essência de um homem pode ser o suficiente para inflamar o desejo inconcebível e mudar o destino de uma sociedade. Não é pretendida uma ideologia para fazer face aos males do mundo, embora intrinsecamente, o poeta entenda que, tendo algo em que acreditar faça o ideal ser plausível. Entende o poeta que todo o Homem nasce bom, e por isso, todo o Homem tem a capacidade de criar um mundo melhor recriando ou relembrando a infância. A essência é o que já fomos e o que esquecemos e relembramos, ou o que esquecemos e ainda podemos vir a ser. A essência é o que não deve ser mudado, mas que democraticamente tem sido malfadadamente moldado para servir o propósito de alguns, esquecendo o que fomos e não permitindo o desenvolvimento do que poderemos vir a ser.

2.Biografia do Autor

José Miguel Silva

Nasce a 3 de junho de 1995. Até aos 6, 7 anos foi criado em casa do seus avós maternos. Fruto do trabalho dos pais teve o primeiro contacto com a música, que se tornou num dos seus maiores prazeres e inspirações. Da interacção com as inúmeras pessoas ao longo dos anos, foi tomando para si, várias influências e formas de ver o mundo. Daí, surge o grande amor que nutre pela sua terra, a cidade de Ponte de Sor. Conta com duas obras publicadas: a primeira, de poesia, em 2015, intitulada “Caminhos”, que explora a dificuldade das decisões num mundo cada vez mais informado e onde a crença é muitas vezes o alicerce para uma escolha pacifica e segura e a segunda, um ensaio, em 2017, intitulado “Sementes do Pecado”, mostrando o lado oposto da segurança que a crença pode dar. Quando já nada nos faz acreditar, quando já não há nada em que acreditar; O que nos resta? O que somos? Porque vivemos? Para que vivemos?